terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

“Casos Filosóficos”, de Martin Cohen, publicado pela Civilização Brasileira é um livro que  irei comentar aqui.
No ano passado eu estava procurando um livro de filosofia para entender melhor alguns autores tratados nas minhas aulas. Fui à Vitória ES, entrei na livraria, vi este livro, verifiquei o índice, a editora e comprei…
Por que eu estou falando isso? Por que o livro  traz uma breve explicação das teorias dos grandes filósofos? Não. Ele retrata simploriamente sobre a vida de alguns filósofos, como eles eram no seu dia-a -dia. Quem comprar esperando aprender filosofia com este livro irá se decpecionar.
O autor que é professor e escritor, e ainda editor da “The Philosopher” no que seria a introdução/apresentação informa que este livro tem três funções positivas importantes combinadas “é [um livro] pequeno o suficiente para carregar por aí (e impressionar pessoas). É bastante informativo [...] e [contém] petiscos filosóficos.” Para ele é uma forma alternativa de aprender filosofia.
Na minha opinião é impossível aprender filosofia com esse livro. Ele faz uma breve apresentação do filósofo, e tenta contextualizar a vida dele no que ele disse. Ou seja, se sua intenção é saber o que o filósofo disse, você não vai ter sucesso, afinal, não explica a teoria o pensamento principal com o qual o filósofo contribuiu para a história do pensamento ocidental, e a partir disso como podemos entender todo o pensamento da época que eles influenciaram e como isso ainda pode chegar até nós. É um livro pobre em informações desse tipo, se atendo mais a vida do filósofo e de algo que ele fez em vida que possa ser considerado um petisco (tradução: fofoca)… Por exemplo: Schopenhauer que jogou uma velhinha da escada.
Ao analisar a bibliografia percebemos que ele teve acesso a grandes títulos, mas fez pouco proveito. Alguns capítulos possuem uma nota final que não constam uma referência, ou seja, se você acha que algo importante foi dito por ele, tem que ficar revirando o livro pra tentar entender de onde ele tirou a referência. É um livro pra se divertir com os pensadores da filosofia, mas não para aprender filosofia. Deguste o livro e tire suas conclusões.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

CAMPANHA VOTO NULO PARA PREFEITO DE PORTO SEGURO - BA


EU RECOMENDO: TOTEM E TABU - FREUD


«Os dois temas principais que dão o nome a esta pequena obra, o totem e o tabu, não são tratados aqui de igual modo. A análise do tabu apresenta-se como uma tentativa de solução do problema, inteiramente segura e exaustiva. O estudo sobre o totemismo limita-se a declarar que o referido aqui é, tão-só, a contribuição que a observação psicanalítica pode dar, actualmente, para o esclarecimento dos pr
oblemas do totem. Esta disparidade resulta do facto de o tabu continuar, na realidade, a existir entre nós. Conquanto seja encarado de forma negativa e aplicado a outros objectos, dada a sua natureza psicológica não é senão o "imperativo categórico" de Kant, que pretende actuar compulsivamente e rejeita toda e qualquer motivação consciente. O totemismo, em contrapartida, é inteiramente estranho ao nosso modo actual de sentir, é uma instituição que, na realidade, foi já há muito abandonada e substituída por formas religiosas e sociais mais modernas.» Do Prefácio
 
 
 
 

EU RECOMENDO: O FUTURO DE UMA ILUSÃO - FREUD

Os homens não podem permanecer crianças para sempre; têm de, por fim, sair para a “vida hostil”. Podemos chamar isso de “educação para a realidade”. Precisarei confessar-lhe que o único propósito de meu livro é indicar a necessidade desse passo á frente? Sigmund Freud


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Para as aulas de História das Religões.


O autor apresenta que o sagrado sempre se apresenta completamente diferente das realidades naturais;
A linguagem consegue exprimir somente que a questão do sagrado e diferente pelo fato de ultrapassar a experiência natural;
A religião se interessa pelo sagrado em sua totalidade;
A primeira definição de sagrado e que ele nao e profano;
Hierofania significa: ato da manifestação do sagrado;
A manifestacao do sagrado pode se dar de diferentes modos: em um objeto qualquer, em uma pedra, em uma arvore, etc.
O homem oriental esta familiarizado com todas essas manifestações, ao contrário do homem ocidental que se assusta com essa pluralidade;
Após um objeto seja ele qual for ser materializado ele torna-se para o crente uma outra coisa diferente da sua manifestacao natural;
Segundo o autor ha dois mundos: 1) o sagrado; 2) o profano;
O sagrado e o profano e de fato duas realidades completamente diferentes que o homem precisa conviver em sus experiência;
Em suma, a grande questão do que e sagrado e profano esta ligado a experiência religiosa;
O homem e um homo religiosus;
Todos vivemos em um mundo sacralizado ou desacralizado. Tudo depende da experiência religiosa, isto e, do fenômeno religioso.
 
 
 
 

Vale a leitura.

Pouco se ficou sabendo da vida do Cônego Luís Vieira da Silva, um dos implicados na Conjuração Mineira de 1789. Mas deixou ele quase um milheiro de livros, sequestrados pelas autoridades da Devassa. Formavam uma variada biblioteca, admiravelmente selecionada, como provavelmente não existia outra igual em todo o País, naquela época. Que livros lia o Cônego? Quais eram as inclinações ou direções do seu espírito, ávido de saber? Eis o que se investiga neste livro, tendo como base a relação dos livros apreendidos, que figura nos Autos da Devassa da Inconfidência Mineira, mostrando que Luís Vieira, ainda que pobre e vivendo na longínqua e mal povoada Capitania das Minas Gerais, de onde nunca saíra, achara meios de reunir uma notável biblioteca.
 

domingo, 3 de junho de 2012

Palestra sobre Cultura e festividades juninas


No dia 02 de junho participei do evento: Projeto Horta escolar ministrado por minha aluna Tatiana Longo. Foi um momento de trocas entre escolas municipais daqui da cidade de Porto Seguro onde eu pude palestrar aos professores do municipio sobre as raízes culturais e os festejos juninos  - a vida dos santos festeiros: Santo Antônio, São João e São Pedro e cmo nós devemos conhecer e dar continuidade as nossas tradições a nossa história. Foi um rico momento!